Copywriting — A escrita focada em conversão de clientes

Se você é ligado no mundo do marketing, com certeza já ouviu falar em copywriting. Mas, caso ainda não conheça esse termo, aqui vai uma breve explicação: trata-se de um método de produção de conteúdo totalmente voltado para a conversão, com textos pensados especificamente para guiar o usuário para consumir ou comprar algum produto ou serviço.

O copywriting surgiu nos Estados Unidos, na época em que ações publicitárias se davam por meio do envio de cartas. Para alcançar um nível de destaque e fazer com que o consumidor se interessasse pelo seu produto e cobrir gastos com envios de milhares de cartas mensalmente, os redatores sentiram a necessidade de transformar textos em uma ferramenta de venda.

O que diferencia essa técnica de escrita das demais é o seu foco em persuasão. Estabelecendo gatilhos e estratégias de marketing de acordo com o público-alvo segmentado de cada empresa. Por isso, o copywriting definitivamente não aborda textos comuns, e sim palavras pensadas para convencer, vender e instaurar uma ideia. Diversas peças publicitária utilizam este método, desde anúncios em plataformas digitais, propagandas de rádio e televisão ou em veículos impressos.

Entretanto, engana-se quem pensa que o copy só é utilizado em estratégias de venda. Este modelo de escrita também pode ser utilizado para incentivar o usuário a visitar uma página na web, se cadastrar em uma newsletter ou assistir a vídeos, por exemplo.

Com tantas estratégias diferentes no meio publicitário, é comum que ocorram dúvidas na hora de diferenciar copywriting, marketing de conteúdo e redação publicitária: enquanto o marketing de conteúdo se preocupa em primeiro lugar com a experiência do consumidor a médio e longo prazo, através de atualizações constantes em redes sociais ou e-mails marketing, e a redação publicitária é focada na construção da imagem de uma marca como um todo, o copywriting tem como metodologia primária a conversão de visualizações em ações, e age à curto prazo — seja através de um post ou de um artigo. Vale ressaltar, que na construção de uma marca essas três técnicas caminham juntas e são indispensáveis.

O usuário comum visualiza centenas de textos publicitários todos os dias que tentam convencê-lo a fazer algo: o seu modelo precisa se diferenciar de alguma forma. Para redigir um copywriting de sucesso precisamos entender alguns pontos-chave: o que o cliente deseja e como o seu serviço pode ajudá-lo, entender como seu público-alvo se comunica. Aqui, costuma-se trabalhar com três pontos essenciais nas campanhas:

  • Gancho: uma frase inicial que cative a atenção do público-alvo que você deseja impactar e convença as pessoas a acompanhar o resto do texto;
  • Autoridade: aqui, inserir dados da sua empresa ou cliente que transmitam credibilidade e façam o cliente confiar no serviço oferecido;
  • Solução: explicar de maneira breve como o produto oferecido pode resolver algum problema de quem está lendo;
  • CTA: por último, é essencial que seja elaborado um call to action diferenciado e que incentive seu público a realizar determinada ação — seja comprar um produto, preencher um formulário ou te seguir nas redes sociais.

É importante manter em mente que conteúdo e experiência do usuário caminham juntos. Não adianta de nada produzir um conteúdo fenomenal se o usuário não conseguir navegar em seu site, por exemplo. Garantir que a experiência do usuário seja positiva na acessibilidade, design e atendimento de uma marca aumenta muito as chances de conversão de clientes e fidelização.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as técnicas de copywriting mais utilizadas e como elas podem ser efetivas, é hora de testá-las em seu negócio!

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